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O vírus HPV é altamente contagioso, sendo possível contaminar-se com uma única exposição, e a sua transmissão acontece por contato direto com a pele ou mucosa infectada. A principal forma é pelo contato sexual, mas também pode ser transmitido de mãe para filho durante o parto. Sua transmissão pode causar o câncer de colo do útero e o crescimento anormal de células no colo do útero, uma doença grave que pode levar à morte.

A vacinação contra o HPV é a forma mais eficiente de se proteger contra o câncer de colo do útero. Para prevenir, é preciso vacinar as adolescentes de 9 a 13 anos nas Unidades de Saúde do SUS ou nas escolas. É importante seguir fazendo o exame preventivo (Papanicolau) na vida adulta (idade entre 25 e 64 anos).

Ficou mais fácil se prevenir do HPV. A partir desse ano, as meninas devem tomar 2 doses da vacina para se protegerem (meninas de 9 a 13 anos).  É preciso completar o esquema vacinal, pois só com a segunda dose a adolescente (6 meses após a primeira) estará protegida. A vacina oferecida no Brasil é a quadrivalente HPV, que confere proteção contra os quatro mais importantes tipos (6, 11, 16 e 18).

A vacina HPV já é utilizada em mais de 100 países, com mais de 180 milhões de doses aplicadas desde 2006. Ela é muito segura, desenvolvida por engenharia genética. Pode, raramente, ocasionar reações como dor, inchaço e vermelhidão no local da aplicação. Ocasionalmente, podem ocorrer dor de cabeça, mal-estar e desmaios (síncope), que são relacionados à ansiedade ou ao medo da aplicação da vacina – reação mais comumente vista em adolescentes. O importante é que, depois, todas ficam bem. Até o momento, não há conhecimento de nenhum efeito colateral grave relacionado à vacinação contra o HPV.