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faça o teste de sífilis.

Proteja seu futuro

O Brasil vive uma epidemia de sífilis. A infecção é transmitida sexualmente e pode pôr em risco não apenas sua saúde, como ser transmitida para o bebê durante a gestação. O acompanhamento das gestantes e parcerias sexuais durante o pré-natal previne a sífilis congênita. Por isso, é importante que você e seu parceiro façam o primeiro teste o quanto antes, preferencialmente nos primeiros 3 meses de gestação. Caso o resultado dê positivo, o tratamento é oferecido gratuitamente pelo SUS.

Combate à sífilis congênita​
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Sífilis

É uma infecção sexualmente transmissível (IST) causada pela bactéria Treponema pallidum.

É transmitida por meio de relação sexual (vaginal, anal e oral) desprotegida com uma pessoa infectada, ou ainda pode ser transmitida para a criança durante a gestação ou o parto.

Ela pode se apresentar das mais variadas formas clínicas e é classificada em diferentes estágios (sífilis primária, secundária, latente e terciária). Os principais sinais e sintomas de cada estágio são:

Sífilis primária

Úlcera (cancro duro), geralmente única, no local de entrada da bactéria (pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus, boca ou outros locais). Geralmente não dói, não coça, não arde e não tem pus. Podem surgir ínguas na virilha. Aparece entre 10 e 90 dias (média 21 dias) após o contágio. Pode durar entre 2 e 6 semanas e desaparecer de forma espontânea, independentemente de tratamento.

Sífilis secundária

Manchas no corpo, principalmente na palma das mãos e planta dos pés, são as mais comuns, sendo, muitas vezes, confundidas com alergia ou outras doenças semelhantes. Surgem entre 6 semanas e 6 meses após aparecimento da úlcera inicial. Desaparecem de forma espontânea em poucas semanas, independentemente de tratamento, mesmo a pessoa ainda tendo a infecção.

Sífilis latente

Não aparecem sinais ou sintomas, sendo o diagnóstico realizado por testes imunológicos. É dividida em sífilis latente recente (menos de 2 anos de infecção) e sífilis latente tardia (mais de 2 anos de infecção). Apesar de assintomática, pode ser interrompida pelo surgimento de sinais e sintomas da forma secundária ou terciária. A existência de histórico de relação sexual desprotegida e a alta suspeita do profissional de saúde são fundamentais para que ocorra o diagnóstico nesse estágio.

Sífilis terciária

Geralmente apresenta lesões cutâneas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas, podendo levar à morte. Pode surgir décadas após o início da infecção.

O uso correto e regular da camisinha feminina ou masculina é uma medida importante de prevenção da sífilis.

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Sífilis congênita

É uma doença que pode ser transmitida para a criança durante o período de gestação e parto (transmissão vertical).

Existe um amplo espectro de gravidade, que varia desde a infecção não aparente no nascimento aos casos mais graves, com sequelas permanentes ou abortamento e óbito fetal, com mortalidade em torno de 40% nas crianças infectadas.

Se a gestante receber tratamento adequado e precoce durante a gestação, o risco de desfechos desfavoráveis à criança é mínimo.

O diagnóstico, o tratamento e o seguimento das gestantes e parcerias sexuais durante o pré-natal contribuem para a prevenção da sífilis congênita.

Cuidados com a criança exposta à sífilis

Deve-se avaliar a história clínico-epidemiológica da mãe para conduta terapêutica.

Todas as crianças expostas à sífilis de mães que não foram tratadas ou não receberam tratamento adequado são submetidas a diversas intervenções, que incluem: coleta de amostras de sangue, avaliação neurológica (incluindo punção lombar), radiografia de ossos longos, avaliações oftalmológica e audiológica.

Muitas vezes, há necessidade de internação hospitalar prolongada.

Sífilis adquirida

A sífilis é uma infecção grave como qualquer outra IST; portanto, merece sua atenção. Pode ser transmitida por meio do ato sexual ou do contato com o sangue infectado. A infecção é passível de prevenção e tem cura, diferentemente de outras doenças. A melhor forma de estar protegido é com o uso de preservativo.

O Brasil tem passado por uma epidemia da doença. Isso só prova que as pessoas estão cada vez mais relapsas com relação ao uso da camisinha. Por isso, esperamos que essa campanha sensibilize a população para que todos entendam o tamanho do risco ao qual se expõem quando abrem mão da proteção.

Uma pessoa pode ter sífilis e não saber, isso porque a doença pode aparecer e desaparecer, mas continuar latente no organismo. Por isso é importante se proteger, fazer o teste e, se a infecção for detectada, tratar da maneira correta. O não tratamento da sífilis pode levar a várias outras doenças e complicações, inclusive à morte.

Testagem e tratamento

O teste da sífilis é rápido e gratuito e pode ser feito na unidade de saúde mais próxima a você. Proteja-se e faça o teste. Se o resultado for positivo, o início do tratamento é imediato.

Planeta Roxo

#TesteSífilis

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